Cotidiano

Os pés de fruta da roça

A infância na roça possibilita o desenvolvimento de muitas habilidades e uma relação com a natureza que faz com que se alimentar das frutas seja mais divertido e prazeroso. Em Bento Rodrigues e em Paracatu de Baixo, nos pés de goiaba, jabuticaba, acerola, manga e de muitas outras frutas, as crianças se deliciavam ao mesmo tempo em que brincavam subindo nas árvores e “roubando” frutas dos vizinhos.

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Nossa brincadeira é coisa séria

As crianças atingidas de Bento Rodrigues e de Paracatu de Baixo nos contam um pouco sobre as suas brincadeiras preferidas e como elas precisam se adaptar aos diferentes espaços da cidade de Mariana para continuar brincando.

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As conversas de calçada

As calçadas de Bento são uma das coisas que as crianças do subdistrito têm sentido mais falta. As várias calçadas ocupadas por Ana Luiza, Isabela, Maria Eliza, Raquel têm uma porção de histórias pra contar. As meninas, com outras crianças, trocavam segredos, conversavam, contavam piadas e faziam bagunça nesses espaços.

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Mães atingidas

No mês de maio comemoramos o Dia das Mães. Para marcar esta data, o Jornal A SIRENE traz as histórias dessas mulheres que precisam encarar os desafios da maternidade e que, ao mesmo tempo, lidam com as dificuldades de serem atingidas.

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Os costumes religiosos permanecem

“Mesmo após o crime, algumas pessoas vão para Bento na Sexta-Feira da Paixão, porque as missas ainda são celebradas em Bento. Mas muita coisa não fazemos mais, devido à perda dos objetos da igreja.”

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Quanto tempo dura a espera?

“Morei 35 anos no Bento, eu achava que ia terminar os meus dias lá. Foi o único lugar em que pude comprar um pedacinho de terra pra chamar de meu.”

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Uma saudades, um desejo

Mais um ano se foi e, mais uma vez, a lama parece continuar escoando em nossas vidas. Nem mesmo o tempo é suficiente para que as consequências do crime sejam amenizadas.

Entre o cansaço e a esperança

Se pudéssemos nos encontrar com quem éramos há três anos, o que será que diríamos dessa trajetória? Como contaríamos sobre o que (não) tem sido feito nesse tempo? Quais recados gostaríamos de dar a nós mesmos?

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