Cotidiano

Estamos juntos, não importa a distância

Viajamos até a cidade de Congonhas e chegamos bem próximos da Barragem Casa de Pedra, que ameaça a vida de inúmeras famílias. Decidimos que havia chegado a hora de compartilhar nossas experiências e medos com aqueles que talvez ainda não saibam, mas já possuem uma luta a cumprir

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É ser forte e aguentar

Resiliência é você perder tudo e ainda conseguir levantar da cama. É saber que tem que se manter forte, porque tem várias pessoas que precisam e confiam que você pode fazer a diferença.

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Sobre viver com a reparação

Desde o rompimento da Barragem, os atingidos(as) precisam contar com o cartão de auxílio-reparação e, de lá pra cá, as mudanças fazem parte do cotidiano das famílias. O que é sobreviver com uma reparação? O que é viver à mercê de burocracias e (não) reajustes?

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Paracatu sente saudades de Águas Claras

“A saudade é um sentimento presente em nossa vida de agora, e ela aumenta quando falamos de Águas Claras. Era lá que íamos ao armazém quando chegava visita em casa e não tinha o que oferecer, ou quando faltava algo para o almoço.”

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Fazer pelo outro

As chuvas do fim de 2017 foram responsáveis por desabamentos e enchentes no interior de Minas Gerais, afetando inúmeras famílias. E foi nessa oportunidade que os atingidos decidiram ajudar aqueles que mais precisavam, assim como naquele novmebro de 2015

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O nosso Natal improvisado

O Natal é, para grande parte das famílias, um momento de alegria e comunhão. Contudo, pode ser também uma data difícil para aqueles que são obrigados a enfrentar, na expectativa dos encontros, a dura realidade das perdas.

Como funcionam as redes de regeneração na foz do Rio Doce

Um ano e meio após a chegada dos rejeitos de mineração na foz do Rio Doce, comunidade encontrou no tratamento da alma um caminho para superar os traumas e fortalecer os vínculos com as pessoas e a natureza.

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Da gratidão que as abelhas podem nos ensinar

A história de Kaé com as abelhas é uma crônica sobre a gratidão e o espírito de coletividade dos atingidos. Assim como na organização da sociedade das abelhas e como diz o próprio Kaé: “não é o eu, é a comunidade”.

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