Cultura & Memória

Leia as reportagens que abordam a temática da cultura e da memória relacionadas a tragédia ou aos atingidos pela barragem.

Por que voltar a Bento?

Andar por Bento Rodrigues é encarar o efeito do descaso e da crueldade das grandes empresas. A marca do rejeito de minério, que devastou a comunidade há três anos e seis meses, ainda permanece no que restou de Bento.

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Ficam as memórias

Entre as muitas mudanças na vida e no cotidiano dos(as) atingidos(as), algumas certamente são difíceis…
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Pelas janelas de Areal

Assim como uma ponte que liga uma cidade à outra, nas janelas de Areal-ES existe uma força que une, uma paisagem em comum. Em cada janela quadrada presente nas fachadas destas moradias, avistam-se as motos, as bicicletas, os(as) moradores(as), as águas do rio Doce e os tubos de gás da empresa Petrobras.

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Tradição em risco

Muitos(as) moradores(as) de Rio Doce aprenderam a garimpar e a pescar ainda jovens. Era ali, na beira do rio, que os(as) garimpeiros(as) e pescadores(as) mais velhos(as) ensinavam o ofício e perpetuavam o seu legado.

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Juntos pelo Rio Doce

O Jornal A SIRENE participou, nos dias 15 a 18 de novembro, do III Encontro Ancestral do Rio Doce.

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O Rio Fantasma

Poema escrito por Darlan Correa Dias, atingido de Governador Valadares, e premiado no I Concurso Literário UNIVALE.

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Como era ser criança lá

Neste Dia das Crianças, voltamos no tempo e lembramos como foi nossa infância nas comunidades em que crescemos. Fazemos isso para preservar aquele tempo, para que outras pessoas conheçam nossas histórias e para que nossa memória não se perca por culpa das empresas (Samarco/Vale/BHP Billiton).

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O que fazíamos para as crianças

A união dos(as) moradores(as) de Gesteira era o que garantia a comemoração do Dia das Crianças na comunidade. A iniciativa veio de Beatriz Helena, que decidiu passar de porta em porta pedindo doações para preparar um almoço para os(as) pequenos(as).

O passado de Rio Doce

A história da cidade de Rio Doce sempre esteve ligada ao rio e à ferrovia. Em agosto de 1971, a ferrovia foi desativada e desde novembro de 2015, os moradores também perderam o rio, que foi atingido pelos rejeitos de Fundão.

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