Cultura & Memória

Leia as reportagens que abordam a temática da cultura e da memória relacionadas a tragédia ou aos atingidos pela barragem.

Os pés de fruta da roça

A infância na roça possibilita o desenvolvimento de muitas habilidades e uma relação com a natureza que faz com que se alimentar das frutas seja mais divertido e prazeroso. Em Bento Rodrigues e em Paracatu de Baixo, nos pés de goiaba, jabuticaba, acerola, manga e de muitas outras frutas, as crianças se deliciavam ao mesmo tempo em que brincavam subindo nas árvores e “roubando” frutas dos vizinhos.

Nossa brincadeira é coisa séria

As crianças atingidas de Bento Rodrigues e de Paracatu de Baixo nos contam um pouco sobre as suas brincadeiras preferidas e como elas precisam se adaptar aos diferentes espaços da cidade de Mariana para continuar brincando.

As conversas de calçada

As calçadas de Bento são uma das coisas que as crianças do subdistrito têm sentido mais falta. As várias calçadas ocupadas por Ana Luiza, Isabela, Maria Eliza, Raquel têm uma porção de histórias pra contar. As meninas, com outras crianças, trocavam segredos, conversavam, contavam piadas e faziam bagunça nesses espaços.

Celebrar no nosso território

Neste mês de setembro, a fé e a união estiveram presentes na Festa do Menino Jesus, em Paracatu de Baixo, e na Festa de Nossa Senhora das Mercês, em Bento Rodrigues. Em ambas as festividades, foram celebradas missas nas igrejas tradicionais das comunidades e, depois, os fiéis seguiram em procissão carregando as imagens santas pelas ruas atingidas.

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Não seremos ouvidos sobre o futuro do nosso patrimônio?

Após o rompimento da Barragem de Fundão, a comunidade de Bento Rodrigues começou a discussão sobre, no futuro, tornar o território um museu. A partir de abril de 2016, o Ministério Público, em conjunto com o Conselho de Patrimônio de Mariana (Compat), propôs o tombamento de Bento Rodrigues. No entanto, algumas críticas foram levantadas pelos atingidos(as) que afirmam que propostas não estão envolvendo a comunidade de forma efetiva.

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Por que voltar a Bento?

Andar por Bento Rodrigues é encarar o efeito do descaso e da crueldade das grandes empresas. A marca do rejeito de minério, que devastou a comunidade há três anos e seis meses, ainda permanece no que restou de Bento.

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Ficam as memórias

Entre as muitas mudanças na vida e no cotidiano dos(as) atingidos(as), algumas certamente são difíceis…
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