Editorial

Editorial (novembro/2018)

Nesta edição, quando se completam três anos do desastre-crime, reunimos as histórias, os relatos e as memórias daqueles e daquelas que, mesmo com as dificuldades, ainda resistem.

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Editorial (outubro/2018)

O que nós, adultos, podemos aprender com as crianças? O que será que aqueles pequeninos e pequeninas podem nos ensinar com suas experiências e descobertas vividas cotidianamente? Será que, mesmo na correria do dia a dia, temos parado para observar como eles(as) têm vivido e conhecido coisas novas? E nós, o que temos aprendido com os mais jovens?

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Editorial (setembro/2018)

O “céu de Paracatu”, nossa foto de capa para esta edição, representa uma das magias que podíamos contemplar somente de lá, do nosso lugar. Por incontáveis vezes, falamos sobre esses tipos de experiências que estão guardadas em nossas memórias

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Editorial (agosto/2018)

Durante todos os dias das nossas vidas, especialmente, a partir do momento em que fomos obrigados(as) a deixar nossas casas, nossas comunidades, nossos vizinhos e amigos, temos nos sentido injustiçados(as)

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Editorial (julho/2018)

Os laços que nos unem como comunidades sempre vão existir, pois nós cuidamos da nossa gente e, mesmo que o cansaço insista em nos enfraquecer, não deixamos de continuar.

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Editorial (junho/2018)

“As pessoas mais velhas, naturalmente, carregam consigo marcas de acontecimentos que ocorreram em vários momentos de suas vidas. […] Suas marcas/memórias/histórias simbolizam a de outros moradores da comunidade, que foram atingidos/marcados pelo rompimento da barragem.”

Editorial (maio/2018)

Cada dia que passa, desde aquele 5 de novembro de 2015, são novos os caminhos e desafios que enfrentamos. São experiências de uma “nova vida” que reunimos ao longo desses dois anos e seis meses, desejando que ninguém mais passe pelas mesmas situações

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Editorial (abril/2018)

“O tempo vai passando e nos sentimos “cobertos” por processos que “se perdem de vista”. Quando voltamos para casa, após uma reunião, e juntamos todos os detalhes que estão soltos pelo caminho, mais dias são acrescentados em nossas vidas provisórias.”

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Editorial (março/2018)

“Não aceitamos nada menos do que nos foi tirado. Queremos participar de todos os processos que determinam o nosso futuro. Queremos um diálogo esclarecido, pois informação é um direito nosso. Nada disso deveria estar sendo cobrado por nós.”

Editorial (fevereiro/2018)

“Nesses 24 meses de Jornal A Sirene contamos, talvez, sobre os acontecimentos mais tristes de nossas vidas. Testemunhamos sobre nós mesmos, denunciamos os abusos sofridos e as lutas diárias, mantivemos a fé.”

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