Justiça

Em quatro anos, um tijolo

Às vésperas de completar quatro anos do rompimento da barragem da Samarco/Vale/BHP Billiton, a Fundação/Samarco comemora a colocação do primeiro tijolo da primeira casa do reassentamento de Bento Rodrigues, em Lavoura. Após anos de divergências e de projetos malfeitos pela Fundação, o marco evidencia que o momento não é de comemoração, e sim de luta pelos próximos passos nas obras do novo Bento.

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Atingidos(as) ocupam escritório da Renova

Atingidos(as) de Mariana, Barra Longa e Acaiaca estão ocupando o escritório da Fundação Renova, em Mariana, desde esta segunda (03/06). As comunidades apresentaram 18 reivindicações para a fundação/empresas, porém não obtiveram respostas e decidiram ocupar o escritório até que a Renova traga soluções para os(as) atingidos(as).

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Atingidos(as) antes do rompimento | Início

Nesta edição, o Jornal A SIRENE foi até as comunidades de Barão de Cocais e Antônio Pereira entender a realidade dessas pessoas que sofrem com o risco de rompimento de barragens e o descaso da mineradora Vale. A empresa atua de forma irresponsável ao deixar os(as) moradores(as) desinformados(as). Essas comunidades são atingidas antes de qualquer rompimento porque suas principais preocupações são causadas pela Vale.

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O crime se repete

Mais uma vez, as sirenes não tocaram. E as mineradoras nunca sofrem as consequências, mas, sim, as comunidades atingidas. Hoje, parte de Córrego do Feijão, zona rural de Brumadinho, está enterrada debaixo da lama de rejeitos da Vale, e outra parte precisa lidar com a perda de familiares e amigos, e com um cotidiano que, antes, não era cercado por lama.

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Querem fechar mais uma porta

O Comitê Interfederativo (CIF), composto também por atingidos(as) pelo rompimento da Barragem de Fundão, é um dos grupos que podem ser extintos por esta medida.

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As estratégias de desmobilização da Renova

A Fundação Renova tem investido na desarticulação dos(as) atingidos(as) e na redução da força das comunidades. O que se percebe, após o crime, é que a empresa atua para enfraquecer a luta coletiva.

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Chega de sofrer calada – Segunda parte

As mulheres estão na linha de frente da luta. Elas sempre foram as responsáveis pelo cuidado da casa, da família. Às vezes, ela trabalha fora e ainda está presente nas reuniões, trazendo uma pauta que não é só dela, que não é só sobre o cartão dela, mas é a pauta da família que está com a moradia trincada e precisa sair porque está em situação de risco.

Chega de sofrer calada

Além do desafio de não serem reconhecidas como trabalhadoras pelas empresas causadoras dos danos (Samarco, Vale e BHP Billiton) ao serem consideradas como dependentes dos maridos no processo de cadastramento, as mulheres também sofrem com o assédio dos trabalhadores das terceirizadas contratadas para atuar nas comunidades.

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As conquistas de Gesteira

Há pouco mais de um ano e meio, os(as) atingidos(as) de Gesteira, distrito de Barra Longa, tinham poucas ações efetivas em relação ao reassentamento da comunidade.

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