Justiça

Lutas e conquistas

Na edição especial de três anos do rompimento da Barragem de Fundão, o jornal A SIRENE trás o resumo das lutas e conquistas dos(as) atingidos(as). Confira!

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Como posso ser indenizado em Londres?

Nas últimas semanas, alguns jornais mineiros abordaram o caso de um escritório de advocacia internacional chamado SPG Law, que irá mover, em Londres, uma ação contra a BHP Billiton – uma das empresas controladoras da Samarco. Segundo as informações veiculadas, atingidos(as) de toda a Bacia do Rio Doce poderão ingressar no processo que, em caso de sucesso, indenizará as vítimas do crime de Fundão no exterior.  

Não reconhecidas

“A empresa me considera dependente do meu marido e, para ela, tenho direito a receber 20% do que ele recebe. Eu não vivia de porcentagem, eu tinha meu salário e é um absurdo eu não ser reconhecida até hoje. Eu tinha um salão domiciliar, já tinha toda a estrutura, e era o único em Gesteira. Isso está no meu cadastro, mas eles disseram que não conheciam a minha história. Não se interessaram, né? Porque estava tudo lá.”

Danos não são negociáveis

O reconhecimento dos danos sofridos pelas vítimas vem sendo negado pela Fundação Renova/Samarco. Entre as perdas e danos que tiveram que entrar em “negociação” pelos(as) próprios(as) atingidos(as) está a indenização pela desvalorização dos imóveis; a perda de local de trabalho e, consequentemente, de renda ou da relação de emprego, a perda individual a bens comunitários como igrejas e cemitérios, entre outros.

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Aconteceu na reunião (agosto/2018)

O TAC Governança foi homologado com a condição de que as novas assessorias técnicas para os(as) atingidos(as) não tenha vinculação com movimentos sociais, ONG’s e instituições religiosas

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Justiça, pelos olhos atingidos

Mesmo que a reparação dos danos do rompimento da Barragem de Fundão seja devidamente feita, não há valor que pague o saber das nossas vidas como eram antes, e ter a dor de ver como elas estão agora.

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TAC Governança: que poder teremos?

Embora o novo acordo inclua a participação dos atingidos em todas as etapas, o poder de voz das comunidades nas cadeiras mais importantes, isto é, aquelas que decidem pelo “sim” ou pelo “não”, ainda é muito baixo em comparação ao poder da Fundação Renova e das causadoras dos danos (Samarco, Vale e BHP)

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Aconteceu na reunião (maio/2018)

Em mais um mês de luta por uma moradia digna, os(as) atingidos(as) voltaram a pressionar a Fundação Renova/empresas pela aceitação de diretrizes para o reassentamento. E na zona rural, exigiram um novo prazo para o reassentamento familiar

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Aconteceu na reunião (março/2018)

O mês de março foi mais um período com momentos cruciais para os atingidos (as), como a coletiva para denunciar a contaminação de moradores em Barra Longa e a audiência que homologou mais 21 diretrizes para o reassentamento das comunidades

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