Patrimônio

Leia as reportagens que abordam a temática do patrimônio das comunidades atingidas e dos moradores que viviam nestes lugares.

Não seremos ouvidos sobre o futuro do nosso patrimônio?

Após o rompimento da Barragem de Fundão, a comunidade de Bento Rodrigues começou a discussão sobre, no futuro, tornar o território um museu. A partir de abril de 2016, o Ministério Público, em conjunto com o Conselho de Patrimônio de Mariana (Compat), propôs o tombamento de Bento Rodrigues. No entanto, algumas críticas foram levantadas pelos atingidos(as) que afirmam que propostas não estão envolvendo a comunidade de forma efetiva.

Até os(as) santos(as) foram atingidos(as)

“Quando a lama passou, Pedro Macuco, Paulo Olino e Vicente, esposo de Cleusa, acharam a Nossa Senhora da Conceição atrás da porta da igreja. Olha como Deus é bom: ela não saiu da igreja!”

Para uma indenização justa, um processo justo

Em Barra Longa, propostas de indenização estão sendo apresentadas pela Renova/Samarco através do Programa de Indenização Mediada (PIM). Essas ofertas, porém, revelam as falhas do processo de reparação na cidade, que tem criado novas injustiças

“Não me sinto seguro”

Desde que a Barragem se rompeu, a segurança das comunidades atingidas foi colocada à prova. Com a exposição dos bens e o aumento da circulação de pessoas, o número de roubos e saques aumentaram. O que queremos, depois de tudo, é poder continuar vivendo sem nos tornarmos vítimas, mais uma vez

Mãos de moradora exibe colheita realizada em sua nova horta

Dos pés de feijão ao rejeito de minério

A perda do patrimônio agrícola nas regiões atingidas pela lama revela um caráter ainda mais catastrófico quando adicionamos nesta realidade a devastação do solo.

Um gualaxo de patrimônio

O diagnóstico da Pólen analisou os projetos e relatórios feitos pela Samarco S.A. e pela Fundação Renova entre 2015 e 2017 e percebeu que as ações de reparação se ancoravam exclusivamente no TCP (Termo de Compromisso Preliminar), assinado no início da tragédia.

Terras alagadas, direitos violados

Defendemos a realização de uma assembleia na qual a empresa apresente à comunidade e ao Ministério Público sua proposta de valores indenizatórios de acordo com o período assinalado pelo Decreto n°. 500.

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