50 anos da nossa história

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50 anos da nossa história
Comemoração das Bodas de Ouro

No mês de agosto, o casal comemorou suas Bodas de Ouro e contou com a presença dos seis filhos e dos 10 netos, além de amigos e outros familiares. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

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Comemoração das Bodas de Ouro

No mês de agosto, o casal comemorou suas Bodas de Ouro e contou com a presença dos seis filhos e dos 10 netos, além de amigos e outros familiares. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

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No mês de agosto, o casal comemorou suas Bodas de Ouro e contou com a presença dos seis filhos e dos 10 netos, além de amigos e outros familiares. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

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No mês de agosto, o casal comemorou suas Bodas de Ouro e contou com a presença dos seis filhos e dos 10 netos, além de amigos e outros familiares. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

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No mês de agosto, o casal comemorou suas Bodas de Ouro e contou com a presença dos seis filhos e dos 10 netos, além de amigos e outros familiares. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

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No mês de agosto, o casal comemorou suas Bodas de Ouro e contou com a presença dos seis filhos e dos 10 netos, além de amigos e outros familiares. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

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Comemoração das Bodas de Ouro

No mês de agosto, o casal comemorou suas Bodas de Ouro e contou com a presença dos seis filhos e dos 10 netos, além de amigos e outros familiares. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

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Comemoração das Bodas de Ouro

No mês de agosto, o casal comemorou suas Bodas de Ouro e contou com a presença dos seis filhos e dos 10 netos, além de amigos e outros familiares. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

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Comemoração das Bodas de Ouro

No mês de agosto, o casal comemorou suas Bodas de Ouro e contou com a presença dos seis filhos e dos 10 netos, além de amigos e outros familiares. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

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Comemoração das Bodas de Ouro

No mês de agosto, o casal comemorou suas Bodas de Ouro e contou com a presença dos seis filhos e dos 10 netos, além de amigos e outros familiares. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

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No mês de agosto, o casal comemorou suas Bodas de Ouro e contou com a presença dos seis filhos e dos 10 netos, além de amigos e outros familiares. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

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Comemoração das Bodas de Ouro

Os(As) netos(as). Da esquerda para direita: Cecília, Alice, Marcus, Miguel, Maria Eduarda, Manuela, Débora segurando Otávio e as gêmeas Clara e Camila. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

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Os(As) filhos(as). Da esquerda para direita: Arlindo, Maria Helena, monja irmã Marta Beatriz, Marta Maria, Antônio e José Carlos. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

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No mês de agosto, o casal comemorou suas Bodas de Ouro e contou com a presença dos seis filhos e dos 10 netos, além de amigos e outros familiares. (Foto: Wandeir Campos/Jornal A Sirene)

Por Marta Gonçalves

Com o apoio e fotos de Wandeir Campos

No mês de agosto, o casal Balduína Gonçalves e João Caetano (Polonha) comemorou suas Bodas de Ouro, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Mariana. Dos 50 anos em que estão casados, mais de 40 deles foram vividos na comunidade de Paracatu de Baixo. Lá, eles tiveram seis filhos(as) e, hoje, já somam 10 netos(as). Nesta edição, trazemos o álbum da família Gonçalves que, em meio às dificuldades após o rompimento da Barragem de Fundão, busca motivos para se unir e fortalecer as memórias.

Minha mãe é Balduína Leão Gonçalves e meu pai João Caetano Gonçalves. Nasceram e foram criados em Paracatu de Baixo. Sempre moraram lá. Eles se casaram no dia 7 de agosto de 1968. Minha mãe sempre foi uma pessoa religiosa e tranquila. Sempre que alguém precisa dela, até hoje, ela ajuda tranquilamente. É um amor de pessoa. As pessoas sentem, não tem como você reclamar nada dela. Meu pai é desse jeito, brincalhão. Ele sempre trabalhou na roça e, por isso, todo mundo o conhece como Polonha.

Eles também criaram a gente tudo lá, né? Só vieram para Mariana porque a barragem estourou e acabou com a casa deles. Foram obrigados a vir para cá, porque se a lama não tivesse atingido a casa, com certeza, eles não iriam sair de lá.

De irmãos, somos seis filhos. A mais velha é a Raimunda, que hoje é a monja irmã Marta Beatriz; depois, veio o Antônio, o Arlindo, o José Carlos, a Maria Helena e eu, Marta Maria, a rapa do tacho, como eles dizem.

Fortalecendo os laços

Sempre ouvi da minha mãe que, quando as Bodas de Ouro chegassem, ela e meu pai queriam fazer uma festa. Não queriam nada exagerado, mas queriam confraternizar e agradecer a Deus por terem chegado aos 50 anos de casados. Pelo fato dela ter mudado para Mariana, ficou complicado de realizar esse sonho, porque lá a gente tinha espaço. A casa era maior, tinha quatro quartos e o terreiro tinha bastante espaço. Era mais fácil tanto a gente poder cozinhar, quanto ter um lugar para receber as pessoas para a festa.

A questão da igreja também seria mais fácil pra gente. A Igreja de Paracatu de Baixo era bem em frente à casa dos meus pais, dois minutos. Era mais tranquilo convidar todas as pessoas que moravam lá. Mas, como foi aqui, não deu para chamar todo mundo. Não foi aquele festão, mas comemoramos o que ela tanto sonhou, as Bodas de Ouro

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