Abrir caminho, guiar a água até o rio

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Abrir caminho, guiar a água até o rio
A engenharia popular da comunidade de Paracatu, que respeita as pessoas, a natureza e que resolve os problemas.

As identidades das pessoas que participaram da manifestação/ação pela recuperação do entorno da Igreja de Paracatu foram preservadas nestas fotografias. (Foto: Silmara Filgueiras/Jornal A Sirene)

Abrir caminho, guiar a água até o rio
A engenharia popular da comunidade de Paracatu, que respeita as pessoas, a natureza e que resolve os problemas.

As identidades das pessoas que participaram da manifestação/ação pela recuperação do entorno da Igreja de Paracatu foram preservadas nestas fotografias. (Foto: Silmara Filgueiras/Jornal A Sirene)

Abrir caminho, guiar a água até o rio
A engenharia popular da comunidade de Paracatu, que respeita as pessoas, a natureza e que resolve os problemas.

As identidades das pessoas que participaram da manifestação/ação pela recuperação do entorno da Igreja de Paracatu foram preservadas nestas fotografias. (Foto: Silmara Filgueiras/Jornal A Sirene)

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A engenharia popular da comunidade de Paracatu, que respeita as pessoas, a natureza e que resolve os problemas.

As identidades das pessoas que participaram da manifestação/ação pela recuperação do entorno da Igreja de Paracatu foram preservadas nestas fotografias. (Foto: Silmara Filgueiras/Jornal A Sirene)

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A engenharia popular da comunidade de Paracatu, que respeita as pessoas, a natureza e que resolve os problemas.

As identidades das pessoas que participaram da manifestação/ação pela recuperação do entorno da Igreja de Paracatu foram preservadas nestas fotografias. (Foto: Silmara Filgueiras/Jornal A Sirene)

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A engenharia popular da comunidade de Paracatu, que respeita as pessoas, a natureza e que resolve os problemas.

As identidades das pessoas que participaram da manifestação/ação pela recuperação do entorno da Igreja de Paracatu foram preservadas nestas fotografias. (Foto: Silmara Filgueiras/Jornal A Sirene)

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A engenharia popular da comunidade de Paracatu, que respeita as pessoas, a natureza e que resolve os problemas.

As identidades das pessoas que participaram da manifestação/ação pela recuperação do entorno da Igreja de Paracatu foram preservadas nestas fotografias. (Foto: Silmara Filgueiras/Jornal A Sirene)

Abrir caminho, guiar a água até o rio
A engenharia popular da comunidade de Paracatu, que respeita as pessoas, a natureza e que resolve os problemas.

As identidades das pessoas que participaram da manifestação/ação pela recuperação do entorno da Igreja de Paracatu foram preservadas nestas fotografias. (Foto: Silmara Filgueiras/Jornal A Sirene)

Por Maria Geralda

Com o apoio e fotos de Silmara Filgueiras

Nosso trabalho é simples, honesto e de boa vontade

O lodo verde que se formou na poça de água em frente à igreja de Paracatu de Baixo significou nosso tempo de espera por alguma providência da fundação/empresas.

– Esperamos mais ou cuidaremos do nosso patrimônio? Não, vamos nos juntar pra tirar a água lá da frente da igreja – decidimos.

O povo da nossa comunidade trabalha com boa vontade.

É assim: – Vamos? Vamos!

No sábado de manhã, bem cedinho, estávamos lá. Usamos nossas próprias mãos, enxadas, foices e o conhecimento sobre nossa terra. Limpamos o caminho pra água escorrer até chegar ao Gualaxo.

Não precisamos de máquinas, nem de estudos avançados. O que a Renova/Samarco/Vale/BHP não fez nesse tempo todo que nós ficamos pedindo, resolvemos em menos de duas horas.

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