O céu de Paracatu

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O céu de Paracatu
O céu noturno em Paracatu

Entre os bens perdidos, há aqueles que não podemos “tocar”. A lama veio e levou com ela a sensação de estar em casa e viver as belezas da nossa terra, do nosso estilo de vida e da natureza que nos cercava. O que se paga pela saudade? (Fotos: Eduardo Moreira e Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

O céu de Paracatu
O céu noturno em Paracatu

Entre os bens perdidos, há aqueles que não podemos “tocar”. A lama veio e levou com ela a sensação de estar em casa e viver as belezas da nossa terra, do nosso estilo de vida e da natureza que nos cercava. O que se paga pela saudade? (Fotos: Eduardo Moreira e Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

O céu de Paracatu
O céu noturno em Paracatu

Entre os bens perdidos, há aqueles que não podemos “tocar”. A lama veio e levou com ela a sensação de estar em casa e viver as belezas da nossa terra, do nosso estilo de vida e da natureza que nos cercava. O que se paga pela saudade? (Fotos: Eduardo Moreira e Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

O céu de Paracatu
O céu noturno em Paracatu

Entre os bens perdidos, há aqueles que não podemos “tocar”. A lama veio e levou com ela a sensação de estar em casa e viver as belezas da nossa terra, do nosso estilo de vida e da natureza que nos cercava. O que se paga pela saudade? (Fotos: Eduardo Moreira e Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

O céu de Paracatu
O céu noturno em Paracatu de Baixo

Entre os bens perdidos, há aqueles que não podemos “tocar”. A lama veio e levou com ela a sensação de estar em casa e viver as belezas da nossa terra, do nosso estilo de vida e da natureza que nos cercava. O que se paga pela saudade? (Fotos: Eduardo Moreira e Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

Por Antônio Eloi Paiva da Fonseca
Com o apoio e fotos de Eduardo Moreira e Larissa Pinto

Entre os bens perdidos, há aqueles que não podemos “tocar”. A lama veio e levou com ela a sensação de estar em casa e viver as belezas da nossa terra, do nosso estilo de vida e da natureza que nos cercava. O que se paga pela saudade?

Eu nasci em Paracatu, trabalhei fora por muito anos, mas não me enraizei em lugar nenhum, sempre pensando em voltar pra lá. Eu amo aquele lugar, ele representa tudo na minha vida. Quando eu estou sozinho em Paracatu, passo as noites olhando o céu. Toda vida, eu curti olhar o céu, as estrelas. Sempre gostei muito. Eu sou atinado pras coisas, sou muito ligado com a natureza e estou sempre procurando entender sobre as estrelas, os planetas. Eu fico sempre procurando ver as belezas dela.

Antônio Eloi, morador de Paracatu de Baixo

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