Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

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Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

Representante Comunidades Rurais, Marino D'angelo. (Foto: Rafael Francisco)

Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

Representante de Paracatu, Luzia Queiroz. (Foto: Rafael Francisco)

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Representante de Bento Rodrigues, Dalua. (Foto: Rafael Francisco)

Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

(Foto: Jornal A Sirene)

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(Foto: Jornal A Sirene)

Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

(Foto: Jornal A Sirene)

Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

(Foto: Jornal A Sirene)

Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

(Foto: Jornal A Sirene)

Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

(Foto: Tainara Torres)

Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

(Foto: Tainara Torres)

Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

(Foto: Tainara Torres)

Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

(Foto: Tainara Torres)

Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

(Foto: Tainara Torres)

Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

(Foto: Tainara Torres)

Redação

O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, completou três anos nessa segunda-feira (5). Atos políticos e simbólicos foram realizados nos últimos cinco dias, com a presença dos(as) atingidos(as), para lembrar a data em que a enxurrada de lama da mineradora Samarco matou 19 pessoas e provocou a maior desastre-crime socioambiental do país.

No dia 1º de novembro foi realizada uma entrevista coletiva no Sindicato dos Jornalistas, em Belo Horizonte. A  Comissão dos Atingidos de Mariana, representada por Luzia de Queiroz, Dalua e Marino D’ângelo, fez denúncias e reivindicações referentes à demora das empresas responsáveis (Vale e BHP Billiton, donas da Samarco) em reparar os danos causados pelo desastre-crime.

As denúncias sobre as falhas no processo de reparação, além da violação constante de direitos, foram compartilhadas com a comunidade internacional. Uma comitiva especial representando os atingidos(as) partiu de Minas Gerais para Londres, onde se reuniu com a presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), Margarette May Macaulay.

No dia 3, a Cáritas Brasileira realizou um seminário, no Hotel Providência, em Mariana, para discutir questões relacionadas ao processo de cadastramento dos atingidos(as), além dos temas como saúde, moradia digna e reparação integral.

Já nos dias 4 e 5, mulheres e crianças atingidas de Minas Gerais e do Espírito Santo se encontraram no Centro de Convenções, em Mariana, para discutir e elaborar reivindicações específicas para esses grupos sociais. A organização e divulgação foram feitas pelo Movimento de Atingidos por Barragens (MAB).

Nesta segunda, para encerrar o ciclo de atividades, uma missa em homenagem às vítimas foi celebrada por Padre Geraldo Martins, da Arquidiocese de Mariana. Além disso, o Jornal A SIRENE lançou uma edição especial de três anos do rompimento, distribuída aos atingidos(as) e a todos aqueles que se solidarizam com a luta por uma reparação justa e integral.

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