1ª Feira de Saúde de Barra Longa

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1ª Feira de Saúde de Barra Longa
Evento contou com atividades como reiki, auriculoterapia, massoterapia, rodas de conversa e apresentações culturais

(Foto: Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

1ª Feira de Saúde de Barra Longa
Evento contou com atividades como reiki, auriculoterapia, massoterapia, rodas de conversa e apresentações culturais

(Foto: Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

1ª Feira de Saúde de Barra Longa
Evento contou com atividades como reiki, auriculoterapia, massoterapia, rodas de conversa e apresentações culturais

(Foto: Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

1ª Feira de Saúde de Barra Longa
Evento contou com atividades como reiki, auriculoterapia, massoterapia, rodas de conversa e apresentações culturais

(Foto: Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

1ª Feira de Saúde de Barra Longa
Evento contou com atividades como reiki, auriculoterapia, massoterapia, rodas de conversa e apresentações culturais

(Foto: Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

1ª Feira de Saúde de Barra Longa
Evento contou com atividades como reiki, auriculoterapia, massoterapia, rodas de conversa e apresentações culturais

(Foto: Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

1ª Feira de Saúde de Barra Longa
Da esq. p/ dir.: Maria Teodora (Cota), Célia Cupertino, Maria da Silva (Cota) e, ao fundo, Heberte Cupertino

(Foto: Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

1ª Feira de Saúde de Barra Longa
Evento contou com atividades como reiki, auriculoterapia, massoterapia, rodas de conversa e apresentações culturais

(Foto: Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

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Evento contou com atividades como reiki, auriculoterapia, massoterapia, rodas de conversa e apresentações culturais

(Foto: Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

1ª Feira de Saúde de Barra Longa
Evento contou com atividades como reiki, auriculoterapia, massoterapia, rodas de conversa e apresentações culturais

(Foto: Larissa Pinto/Jornal A Sirene)

Por Célia Severino Cupertino, Heberte Cupertino, Maria da Silva Oliveira (Cota) e Maria Teodora Mendes (Cota)

Com o apoio de Eduardo Moreira, Larissa Pinto, Miriã Bonifácio e Simone Silva

Fotos: Eduardo Moreira e Larissa Pinto

“Foi um dia emocionante, pudemos ver concretizar meses de dedicação do Coletivo de Saúde de Barra Longa, da equipe da assessoria técnica dos atingidos e atingidas e de voluntários. De uma forma linda e carinhosa, cerca de 250 pessoas passaram pela Feira, conversaram sobre a saúde dos atingidos e atingidas, viveram momentos de cuidados e se divertiram com as apresentações culturais locais.  Com o tema “cuidar do outro é cuidar de mim, cuidar de mim é cuidar do outro” foi possível apresentar práticas integrativas como reiki, auriculoterapia, massoterapia, proporcionar um lugar de escuta com o plantão psicológico e relembrar as funções das ervas e plantas medicinais. Estou muito satisfeita e feliz com o resultado, pois conseguimos, juntos, fazer saúde!”

Aline Pacheco, psicóloga da Assessoria Técnica AEDAS

“Folha de graviola é bom pra câncer. Quem não tem, não faça isso. É só pra quem tá com o câncer que pode tomar esse chá. Para cólica tem folha de cidra. Canela de velho tem de vários tipos. Os médicos estão passando agora. Tem em gota, tem cápsula, e é bom pra dor. Qualquer dor que cê sente: reumatismo, dor no corpo, fibromialgia, pra tudo é canela de velho. Tem que tomar dois meses seguidos. Fragária é bom pra dor também. Cê põe a água pra ferver e coloca as folhas, até com as frutinhas. Marmelinho é pra pedras nos rins. Só tomar o chá. Espinheira santa para gastrite, úlcera nervosa. Tira tudo quanto é infecção que você tiver, só que tem que tomar três xícaras por dia só e uma folha seca pra cada xícara. Você tem que lavar e deixar pendurada, quando secar, aí que você pode fazer o chá. Folha nenhuma é boa verde, só boldo e algumas outras. Baba de bode que a gente fala, a folha branca, limpa a pele, pra quem tem espinhas, cravos. Fazer igual chá mate. Tem gente que nunca tomou remédio, só toma chá. Toda terça tem folha aqui na feira.”

Célia Cupertino, Maria da Silva (Cota) e Maria Teodora (Cota), moradoras e feirantes de Barra Longa

“Tudo que a gente vai consumir hoje tem algum tipo de substância. Você vai no supermercado e raramente encontra alguma coisa que é orgânica. E o valor sempre é três, quatro, cinco vezes mais caro que aquele outro que tá cheio de agrotóxico. É mais prático produzir com veneno. O produto é muito mais bonito, a estética dele é maravilhosa. Você pega uma cenoura maravilhosa, mas é puro veneno. E tem aqueles que preferem comprar o bonito cheio de veneno do que comprar aquele feio que a gente vende que é orgânico.”

Heberte Cupertino, morador de Barra Longa

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