Tag: barragem

Em quatro anos, um tijolo

Às vésperas de completar quatro anos do rompimento da barragem da Samarco/Vale/BHP Billiton, a Fundação/Samarco comemora a colocação do primeiro tijolo da primeira casa do reassentamento de Bento Rodrigues, em Lavoura. Após anos de divergências e de projetos malfeitos pela Fundação, o marco evidencia que o momento não é de comemoração, e sim de luta pelos próximos passos nas obras do novo Bento.

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O museu do crime

Dentre as estratégias de publicidade da Fundação Renova, uma tem localização central na cidade de Mariana e funciona como atração turística. Os(As) visitantes, quando saem, levam a sensação de que sabem o que se passa nas comunidades atingidas e de que a fundação/empresas estão reparando os danos. Nós, que estamos do outro lado e vivemos a realidade, sabemos que o casarão da Renova mente, assim como a fundação. 

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Qual é a voz do(a) atingido(a)?

Depois de mais de um ano de publicação do A Sirene, a Renova também criou seu jornal para fazer publicidade para a própria Renova/empresas. Nós não reconhecemos essas publicações.

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Atingidos(as) antes do rompimento | Início

Nesta edição, o Jornal A SIRENE foi até as comunidades de Barão de Cocais e Antônio Pereira entender a realidade dessas pessoas que sofrem com o risco de rompimento de barragens e o descaso da mineradora Vale. A empresa atua de forma irresponsável ao deixar os(as) moradores(as) desinformados(as). Essas comunidades são atingidas antes de qualquer rompimento porque suas principais preocupações são causadas pela Vale.

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As empresas escondem tudo de nós | “Atingidos(as) antes do rompimento” Parte 2

Nesta edição, o Jornal A SIRENE foi até as comunidades de Barão de Cocais e Antônio Pereira entender a realidade dessas pessoas que sofrem com o risco de rompimento de barragens e o descaso da mineradora Vale. A empresa atua de forma irresponsável ao deixar os(as) moradores(as) desinformados(as). Essas comunidades são atingidas antes de qualquer rompimento porque suas principais preocupações são causadas pela Vale.

O crime se repete

Mais uma vez, as sirenes não tocaram. E as mineradoras nunca sofrem as consequências, mas, sim, as comunidades atingidas. Hoje, parte de Córrego do Feijão, zona rural de Brumadinho, está enterrada debaixo da lama de rejeitos da Vale, e outra parte precisa lidar com a perda de familiares e amigos, e com um cotidiano que, antes, não era cercado por lama.

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Mães atingidas

No mês de maio comemoramos o Dia das Mães. Para marcar esta data, o Jornal A SIRENE traz as histórias dessas mulheres que precisam encarar os desafios da maternidade e que, ao mesmo tempo, lidam com as dificuldades de serem atingidas.

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