Tag: Bento Rodrigues

Dois Vales, o mesmo crime, da mesma vale

As duas comadres, Consebida e Clemilda, tiveram uma alegria muito grande por receber em Barra Longa os(as) atingidos(as) pelo crime da Vale, em Brumadinho. Apesar da dor, puderam sorrir mesmo com lágrimas nos olhos.

Por que voltar a Bento?

Andar por Bento Rodrigues é encarar o efeito do descaso e da crueldade das grandes empresas. A marca do rejeito de minério, que devastou a comunidade há três anos e seis meses, ainda permanece no que restou de Bento.

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Entre o cansaço e a esperança

Se pudéssemos nos encontrar com quem éramos há três anos, o que será que diríamos dessa trajetória? Como contaríamos sobre o que (não) tem sido feito nesse tempo? Quais recados gostaríamos de dar a nós mesmos?

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Mãos da esperança

No mês especial das crianças, realizamos uma atividade educativa com os(as) alunos(as) das escolas de Bento e Paracatu de Baixo. Dessa brincadeira nasceu um ensaio fotográfico que retrata a esperança das crianças em meio à luta dos(as) atingidos(as). Confira.

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Como era ser criança lá

Neste Dia das Crianças, voltamos no tempo e lembramos como foi nossa infância nas comunidades em que crescemos. Fazemos isso para preservar aquele tempo, para que outras pessoas conheçam nossas histórias e para que nossa memória não se perca por culpa das empresas (Samarco/Vale/BHP Billiton).

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Ao glorioso São Bento!

Mais um ano “longe” de Bento Rodrigues e nós, moradores e moradoras da comunidade, resistimos para nos fazer presentes em nossa casa. Celebramos, pelo terceiro ano seguido, nosso glorioso São Bento nas ruínas da nossa tão amável igreja

Projetos dos arquitetos ou das famílias atingidas?

Parte da comunidade de Bento Rodrigues e da Asessoria Técnica dos Atingidos têm medo de que a Renova/Samarco utilize da angústia das famílias, que já esperam há mais de 2 anos e 8 meses, para impor propostas que sejam dos arquitetos e não dos próprios moradores

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Recriar as esperanças em um novo passo

Com a instalação do canteiro de obras no terreno de Lavoura, cresce a necessidade da comunidade se apropriar cada vez mais do lugar que decidiram reconstruir suas vidas, ainda na tentativa de planejar moradias adequadas aos seus costumes

Indenizar a nossa história

“Qual é o valor do rio que eu perdi, a casa onde nasci e fui criado? Qual o preço da mandioca que minhas terras pararam de produzir?” Em mais uma das fases do processo de reparação, os(as) atingidos(as) de Mariana se mobilizam para a construção de sua Matriz de Danos.

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