Tag: Jornal A Sirene

O museu do crime

Dentre as estratégias de publicidade da Fundação Renova, uma tem localização central na cidade de Mariana e funciona como atração turística. Os(As) visitantes, quando saem, levam a sensação de que sabem o que se passa nas comunidades atingidas e de que a fundação/empresas estão reparando os danos. Nós, que estamos do outro lado e vivemos a realidade, sabemos que o casarão da Renova mente, assim como a fundação. 

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Dois Vales, o mesmo crime, da mesma vale

As duas comadres, Consebida e Clemilda, tiveram uma alegria muito grande por receber em Barra Longa os(as) atingidos(as) pelo crime da Vale, em Brumadinho. Apesar da dor, puderam sorrir mesmo com lágrimas nos olhos.

Qual é a voz do(a) atingido(a)?

Depois de mais de um ano de publicação do A Sirene, a Renova também criou seu jornal para fazer publicidade para a própria Renova/empresas. Nós não reconhecemos essas publicações.

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Atingidos(as) antes do rompimento | Início

Nesta edição, o Jornal A SIRENE foi até as comunidades de Barão de Cocais e Antônio Pereira entender a realidade dessas pessoas que sofrem com o risco de rompimento de barragens e o descaso da mineradora Vale. A empresa atua de forma irresponsável ao deixar os(as) moradores(as) desinformados(as). Essas comunidades são atingidas antes de qualquer rompimento porque suas principais preocupações são causadas pela Vale.

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Editorial/Fevereiro 2019

No dia 5 de fevereiro de 2016, o Jornal A SIRENE foi lançado na praça da Sé, em Mariana. Este veículo nasceu ali para relembrar e romper o silêncio que antecedeu o crime de Fundão. Hoje, soar a nossa sirene a cada mês é mais do que um protesto diante da negligência da mineradora Samarco em não possuir um alerta para as comunidades próximas às barragens.

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Editorial (novembro/2018)

Nesta edição, quando se completam três anos do desastre-crime, reunimos as histórias, os relatos e as memórias daqueles e daquelas que, mesmo com as dificuldades, ainda resistem.

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Atividades marcam os três anos do rompimento da barragem de Fundão

O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, completou três anos nessa segunda-feira (5). Atos políticos e simbólicos foram realizados nos últimos cinco dias, com a presença dos(as) atingidos(as), para lembrar a data em que a enxurrada de lama da mineradora Samarco matou 19 pessoas e provocou a maior desastre-crime socioambiental do país.

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Estamos juntos, não importa a distância

Viajamos até a cidade de Congonhas e chegamos bem próximos da Barragem Casa de Pedra, que ameaça a vida de inúmeras famílias. Decidimos que havia chegado a hora de compartilhar nossas experiências e medos com aqueles que talvez ainda não saibam, mas já possuem uma luta a cumprir

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