Quem somos nós?

Por Sérgio Papagaio

Século 21, ano 2020, diante de uma evolução tecnológica que há poucos anos era utópica, o homem segue vencendo barreiras inimagináveis, domesticando a tecnologia, conquistando o cosmo, descobrindo água em marte, aposentando o pombo correio e levando a comunicação a níveis inacreditáveis . 

A ciência com cirurgias cada vez mais sofisticadas, a medicina adestrada, já se pensava no fim da morte por causas naturais, e outros mais ousados, pesquisam a criação da vida em laboratório. 

De súbito, o mal se ergue, e sorrateiramente ganha os tronos do mundo civilizado, para mostrar o arcaísmo de nossa evolução.

A economia sobrepõe à vida e o material passa a ser fator preponderante nesta evolução desmedida, descobrimos então, que este ser denominado humano, não evoluiu nada, ainda pintam as paredes de suas cavernas, empilhadas sobre as outras num complexo desejo de arranhar o céu e numa estratagema, juntam as suas e os seus membros, para cheirarem o fumo numa alcoolização preparatória para a caça,  num rito canibalesco promoverem as mais diferentes formas de abate de seus semelhantes, amparados por lideres agnósticos que sempre validam suas ações, usando de subterfúgios o capitalismo desenfreado, e o troféu para esta prática, vem em cifras, agrupando tesouros, que serviriam de suprimento, para uma vida de milhões de anos. Sem se preocupar com a fome alheia, maior e mais antiga doença do planeta, se analisarmos o código genético dos humanos, encontraremos o individualismo e seus derivados como um gene dominante na construção deste ser que está estagnado a um princípio egoísta que os permite socializar com muitos, mas dividir apenas com os seus.

Descobrimos que, só os pobres de dinheiro, podem apresentar  possibilidades de riquezas, pois todos aqueles que acumulam mais pão do que precisam, está guardando o pão de alguém, e assim, progressivamente produzindo fome, pobreza da humanidade. 

E numa carreata da morte produzida pelos que se dizem mais fortes. 

Foi preciso um ser invisível, pra fazer alguns enxergarem que ninguém é maior que ninguém, no plano universal da construtividade humana, pois acreditarmos que todos entenderiam. É algo maior que a utopia,pois  há um tempo um homem esteve entre nós para guiarmos e recebeu em troca de seu amor, a cruz, pelas mãos dos que não aceitam a partilha, mesmo assim,  ele têm a receita para toda a cura, e para os que não entendem, procure no livro de receitas: a Bíblia Sagrada a receita primordial para todos os problemas  sanar, primeira carta de Paulo aos coríntios. Ela vai te ensinar à uma nova vida confeccionar.

*A pedido do autor, este texto não passou por edição ou revisão.

Ainda não há comentários

Os comentários estão fechados

CADASTRE-SE NA NEWSLETTER

Send this to a friend