Chega de sofrer calada – Segunda parte

As mulheres estão na linha de frente da luta. Elas sempre foram as responsáveis pelo cuidado da casa, da família. Às vezes, ela trabalha fora e ainda está presente nas reuniões, trazendo uma pauta que não é só dela, que não é só sobre o cartão dela, mas é a pauta da família que está com a moradia trincada e precisa sair porque está em situação de risco.

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Chega de sofrer calada

Além do desafio de não serem reconhecidas como trabalhadoras pelas empresas causadoras dos danos (Samarco, Vale e BHP Billiton) ao serem consideradas como dependentes dos maridos no processo de cadastramento, as mulheres também sofrem com o assédio dos trabalhadores das terceirizadas contratadas para atuar nas comunidades.

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Editorial/Dezembro 2018

Editorial (Dezembro/2018) – Ligados pelas águas dos rios Gualaxo e Doce, o Jornal A SIRENE atravessou, mais uma vez, o Estado de Minas Gerais até chegar à foz, no Espírito Santo, para participar do III Encontro Ancestral.

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O passado de Rio Doce

A história da cidade de Rio Doce sempre esteve ligada ao rio e à ferrovia. Em agosto de 1971, a ferrovia foi desativada e desde novembro de 2015, os moradores também perderam o rio, que foi atingido pelos rejeitos de Fundão.

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Um problema que nunca tivemos

Com a chegada das empresas enviadas pela Renova/Samarco, e de suas atividades de manejo de rejeito, o dia a dia de Rio Doce foi modificado. Os(as) moradores(as) convivem com danos nas estruturas de suas casas, causados pelo trânsito intenso de veículos pesados no município.

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Não perdemos só o rio

O Jornal A SIRENE abraça a cidade de Rio Doce para contar a realidade dos moradores que sofrem com as perdas causadas pelo rompimento da Barragem. Nesse lugar, muitos viviam do garimpo e da pesca, uma relação com o rio que foi completamente alterada pela chegada dos rejeitos.

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