“Não me sinto seguro”

Desde que a Barragem se rompeu, a segurança das comunidades atingidas foi colocada à prova. Com a exposição dos bens e o aumento da circulação de pessoas, o número de roubos e saques aumentaram. O que queremos, depois de tudo, é poder continuar vivendo sem nos tornarmos vítimas, mais uma vez

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