Voltar sozinha

As mulheres atingidas assumiram um protagonismo na defesa dos direitos de suas comunidades. Quando conseguem, elas participam de uma rotina intensa de reuniões. Porém, esses encontros costumam terminar tarde da noite e, geralmente, acontecem em lugares que ficam distantes de suas moradias provisórias em Mariana

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“Não me sinto seguro”

Desde que a Barragem se rompeu, a segurança das comunidades atingidas foi colocada à prova. Com a exposição dos bens e o aumento da circulação de pessoas, o número de roubos e saques aumentaram. O que queremos, depois de tudo, é poder continuar vivendo sem nos tornarmos vítimas, mais uma vez

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