Não reconhecidas

“A empresa me considera dependente do meu marido e, para ela, tenho direito a receber 20% do que ele recebe. Eu não vivia de porcentagem, eu tinha meu salário e é um absurdo eu não ser reconhecida até hoje. Eu tinha um salão domiciliar, já tinha toda a estrutura, e era o único em Gesteira. Isso está no meu cadastro, mas eles disseram que não conheciam a minha história. Não se interessaram, né? Porque estava tudo lá.”

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Apesar da lama, seguimos em frente

Embora inúmeras adversidades surjam no cotidiano dos atingidos, que ainda tentam se adaptar à nova vida, parte deles não deixou de trabalhar. Assim como para tantos outros moradores, a dignidade e a independência são suas principais fortalezas.

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